Se você é uma pessoa antenada, com certeza já percebeu que a escravidão infelizmente não é um assunto que ficou para trás em nossa história, não é mesmo? Nos últimos tempos, várias denúncias surgiram e nos mostraram como o trabalho escravo na moda ainda é uma realidade dos nossos dias.

Certamente, a maioria das pessoas concorda que essa prática é injusta e precisa acabar imediatamente. Porém, para não compactuar com esse modelo de trabalho é preciso primeiro conhecê-lo e então identificar se existe algo que possamos mudar em nosso comportamento a fim de contribuirmos para seu fim.

Para ajudá-la a entender um pouco mais sobre o assunto e dar dicas bem práticas de como fazer as melhores escolhas na hora de comprar suas roupas, nós preparamos um conteúdo incrível para você.

Quer saber mais? Continue a leitura e descubra tudo!

Mudanças no mercado da moda

O fast fashion teve início com a crise do petróleo na década de 70. Foi uma maneira que as grandes indústrias encontraram de escoar seus produtos rapidamente e assim saírem da crise.

Esse modelo se baseia basicamente em observar as tendências que estão sendo consumidas pelo público que tem acesso às grandes marcas de moda e então reproduzi-las em larga escala, com qualidade inferior e preços mais baixos.

Tendências que antes eram lentamente absorvidas pelo público e que duravam pelo menos toda uma estação foram substituídas por uma enxurrada de novas peças que são colocadas nas lojas quinzenalmente e ajudam a alimentar o consumismo desenfreado dos clientes.

Além da rápida produção e consumo, o fast fashion também contribui para o descarte apressado das peças, afinal de contas, elas apresentam qualidade inferior, duram menos tempo e precisam ser retiradas do armário para darem lugar às novas tendências.

A moda e a escravidão

Por causa da procura desenfreada por custos baixos, muitas empresas buscam trabalhadores que estão em situação econômica e social vulnerável para conseguir mão de obra barata.

É muito comum, por exemplo, casos de imigrantes que trabalham para pagar dívidas de viagem e que vivem no mesmo local em que passam longas e exaustivas horas do dia trabalhando.

Na maioria das vezes esse ambiente é pequeno, está em péssimas condições e é ocupado por muitas pessoas. Inclusive, há relatos que contam sobre a presença de vigias que monitoram os funcionários e os impedem de fugir ou tentar mudarem de emprego.

O que muitos não sabem é que as marcas de roupa ou grandes varejistas são responsáveis por toda a cadeia produtiva de suas peças, ou seja, é dever da empresa fiscalizar todos os processos pelos quais seus produtos passam, independente de serem ou não terceirizados.

Dicas para fazer escolhas melhores

Se você acha que é impossível fugir do trabalho escravo na moda, temos boas notícias! Existem algumas ações simples que nos ajudam a não contribuir com essa prática.

Você já ouviu falar do aplicativo Moda Livre? Ele é gratuito e tem uma lista de marcas de moda que foram avaliadas por suas ações contra o trabalho escravo na produção de suas roupas.

Outro modo de não fazer parte desse sistema é avaliar seu consumo atual e se necessário fazer algumas mudanças. Muitas pessoas ainda compram por impulso ou simplesmente pela sensação de satisfação que a compra dá.

Adepta da moda como luxo acessível, a Rêve está desde 2012 no mercado com foco no estilo único e atemporal. Nossa marca tem como objetivo refletir a beleza real das mulheres, fazendo com que elas se sintam únicas usando nosso design e, para isso, trabalhamos em cima dos seguintes pilares: qualidade, modelagem e identidade própria, contemporânea e criativa.

Toda nossa produção é nacional e valoriza todas as etapas e pessoas envolvidas no processo produtivo. Por isso, nossa qualidade premium e design diferenciado faz com que nossas clientes se apaixonem.

Buscar mais qualidade do que quantidade pode ser a chave para transformações importantes. Marcas independentes, com propostas mais conscientes e que valorizam tanto as matérias-primas quanto a mão de obra são sempre uma ótima opção para contribuir com o fim do trabalho escravo na moda.

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